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Tire suas dúvidas de como utilizar corretamente seu material de pesca.

1)Aço (encastoado)

O encastoado também conhecido como empate, protege a linha dos dentes cortantes de peixe. Pode ser de aço flexível (cabo de aço encapado com náilon) ou rígido. É colocado entre a linha e o anzol. Geralmente mede de 10 cm a 30 cm, mas varia de acordo com o tipo do peixe. É possível faze-lo em casa. 

2)Alicate de bico fino

É utilizado principalmente para remover com segurança o anzol da boca do peixe (evitando mordidas ou espetadas do anzol nos dedos). É útil no conserto de equipamentos, confecção de encastoados e pertos de nós. Serve ainda para retirar garatéias, nesse caso, o acessório com bico curvo ajuda bastante. Indispensável para usuários de iscas artificiais. Em uma emergência, pode ser usado para cortar cabos, anzóis ou garatéias. 

3)Alicate de contenção

É O item que não faltar em uma caixa de pesca e está entre os equipamentos mais baratos. É firmado na boca do peixe e serve para retirá-lo da água e imobilizá-lo enquanto o pescador retira o anzol. Existem alicates de vários tamanhos e materiais que devem ser utilizados de acordo com o peixe a ser pescado. É importante não espremer a língua do peixe nem a base das guelras. Para isso, coloque a parte que irá segurar o peixe paralelo a língua e ao osso da mandíbula. 

4)Alicate de corte

Próprio para cortar anzóis, fios de aço e outros arames. Mantenha as ferramentas sempre lubrificadas para aumentar a vida útil do equipamento. 

5)Anzóis/Garatéias

Os anzóis não são apenas os elementos essenciais de uma pescaria, como também um dos mais complexos. Há um anzol ou uma série de anzóis específicos para cada finalidade. Atualmente a maioria é produzida com ligas de aço de carbono e recebe tratamentos modernos com raios laser e corrosão química para garantir pontas mais afiadas. Em relação aos formatos e tamanhos, há uma variedade quase incontável: anzóis com curvaturas muito largas para peixes de boca grande ou anzóis bem fechados para bocas bem menores; hastes curtas para fisgadas rápidas ou hastes longas para peixes com dentição forte. Há modelos específicos para água salgada (confeccionados em aço inoxidável ou ligas de rápidas corrosão usados nos sistemas do pesque-e-solte de peixes de bico), para pesque-e-solte (produzidos sem farpa para causar menos dano ao peixe); para iscas vivas (que permitem a isca ficar com o anzol espetado e ainda assim permanecer viva), para evitar enrosco (chamado de unha de gato), e o conhecido como “circle hook” (feito para evitar fisgar o peixe na “garganta”). Quanto à numeração, existem dois grupos diferentes: modelo americano e europeu e o asiático. 
Os anzóis americanos (os mais utilizados aqui no Brasil) são numerados em ordem decrescente até o número 1, ou seja, quanto maior o número, menor é o anzol. Vale lembrar que o número 01 não é o maior. Depois dele há anzóis 1/0, 2/0, 3/0 e assim por diante. A partir dos anzóis 1/0 a ordem volta a ser crescente, isto é, o anzol 2/0. Já os modelos asiáticos são numerados em ordem crescente a partir do 0,5. Até o número 4, são divididos de meio em meio. Depois, de um em um até o número 20. Quanto maior o número, maior é o anzol. 

O anzol é composto de cinco partes:

Olho ou pata: Local onde se amarra a linha 
Haste: Determina o tamanho do anzol em seu comprimento. 
Curva: Também define o tamanho do anzol em sua largura. Quanto menor for à distância entre o final da curva e a ponta do anzol, mais fisgativo será ele. No entanto, são maiores as chances de o peixe se soltar. 
Ponta e farpa: A ponta perfura a boca do peixe e a farpa impede que o anzol (ou a isca natural presa no anzol) escape. 

6)Balança

Na pesca esportiva o peixe é devolvido à água. Por isso, para saber peso é necessário transportar uma balança. Outra função da balança é a de regular a fricção de molinetes e carretilhas. O pescador verifica sob que pressão (registrada em libras ou quilos pela balança) a linha está sendo liberada e ajusta a fricção para a resistência correta da linha utilizada no momento. Os valores mais usados para calibrar a fricção do equipamento de pesca estão entre 1/4 e 1/5 da resistência da linha usada, ou seja, quando a balança registrar uma força maior que 1/4 ou 1/5 da resistência da linha, a fricção deverá começar a libera-la sob pressão. Há diversos modelos disponíveis no mercado, com preços variados. 


7)Bicheiro/Gancho Gaff

Mais um equipamento utilizado na imobilização e no embarque do peixe. É formado por uma haste longa (que pode ser retrátil ou não) e um gancho em forma de anzol – sem farpa. É indicado para peixes de médio e grande porte. No sistema de pesque-e-solte, o bicheiro deve ser introduzido nos tecidos da mandíbula, ou maxila inferior, pela parte internado “queixo” do peixe partindo de dentro para fora, com atenção para não furar a língua e as guelras do animal. Nunca embicheire um peixe pelo corpo para depois soltá-lo. Só faça isso caso você pretenda sacrificar o animal para comer. 

8)Boga grip

É uma variação norte americana do alicate de contenção com balança de mola e algumas vantagens. É fixado em apenas um ponto da boca do peixe, na parte interna do “queixo”, na mesma posição em que usa o bicheiro, o que reduz os riscos de danos ao animal. O boga grip tem um sistema mecânico que exerce mais ou menos pressão de acordo com o tamanho do peixe, evitando que ele escape, e um mecanismo que registra o peso do exemplar capturado. 
A maior desvantagem desse equipamento é o seu alto preço. Já existem hoje similares nacionais chamados de trava-peixe, que custam um pouco menos, mas podem deixar o peixe cair. 

9)Bóias

As bóias têm a função de manter a isca em uma determinada profundidade, de acordo com os hábitos de cada peixe. Além disso, ajudam os novatos a perceber quando existe peixe beliscando ou atacando a isca. Normalmente a bóia é mais utilizada para a captura de peixes de escama, que vivem na coluna d’água. Para os de couro, que tendem a viver no fundo, recomenda-se a chumbada. 
A pesca com a bóia é simples. Quando o peixe começa a beliscar, a bóia se movimenta na água. No entanto, o momento certo da fisgada depende da prática do pescador. São confeccionados de isopor, cortiça e diversos tipos de plásticos. 

Há cinco tipos principais:

Lambari: Tem formato de pião. Está disponível em diversos tamanhos e serve para vários tipos de pesca. 
Charuto: Tem formato comprido e é feita de poliuretana, na madeira ou isopor. Algumas vêm com chumbo embutido (para melhorar o arremesso). Ficam em posição vertical e são extremamente sensíveis a qualquer movimento do peixe. 
Luminosa: Utilizada principalmente para a pesca do peixe espada à noite. É feita de plástico e possui uma tampa. Em seu interior há um contato de metal, uma lâmpada e uma pilha. 
Cevadeira: possui um compartimento que é preenchido com ração, pedaços de massa ou frutas e um chumbo preso ao fundo. Ao cair na água, parte da bóia afunda pelo peso do chumbo e a ração é liberada à meia água, atraindo assim os peixes pra essa ceva. 
Paulistinhas: feitas de plásticos e com formato redondo, essas bóias imitam o barulho de um fruto caindo na água. Muito atrativa para peixes comedores de frutos, como o tambaqui, matrinxã, piraputanga e pacu, entre outros. 


10)Calçados

São partes importantes na segurança. Na pesca de costão, por exemplo, ajuda a evitar escorregões nas pedras. Há modelos especiais, com pinos. Para pescarias em locais onde a cobras, uma bota resistente. Que cubra a perna até o joelho, é essencial. Há variações mais modernas da conhecida galocha e até botas de borrachas acopladas à calça. Na pesca embarcada, sapatos pesados fazem a pessoa afundar mais rápido caso caia na água. Opte por modelos que saiam facilmente dos pés, como tênis sem cadarço e sapatos dock sides. 

11)Caniços

Cada modalidade de pesca exige um equipamento específico. É praticamente impossível pescar em uma represa com uma vara de pesca oceânica, ou pescar com fly utilizando vara de surfcasting. A seguir explicamos características dos principais caniços. 

De fly – a vara é um dos componentes mais importantes na pesca de fly. Em conjunto com a técnica do pescador, permite o arremesso da linha e apresenta a isca suavemente. Geralmente são feitas de grafite – material leve e flexível.

Há três elementos importantes na escolha de uma vara:

- comprimento, número e ação de vara.

Quanto ao comprimento uma vara de nove pés, o tamanho mais tradicional, é indicada para quase qualquer pescaria de fly no Brasil. O número de vara está relacionado ao número da linha a ser utilizada e ao tamanho da isca e do peixe procurado. A numeração vai de 1 a 15. Quanto mais baixa, menor o tamanho das iscas e dos peixes. Quanto maior os números, maiores e mais pesados serão as iscas, assim como o tamanho dos peixes capturados. Para a maioria dos peixes brasileiros que podem ser capturados com o equipamento de fly, use varas de numeração de 7 a 9. 
As lentas proporcionam uma apresentação de moscas mais delicada. As varas médias abrangem vários estilos de pesca e combina maior rigidez com a técnica do pescador. Permitem alguns erros sem comprometer totalmente o arremesso. As varas rápidas exigem maior habilidade do pescador e permitem arremessos mais longos. Após ser flexionada, a porta não pode vibrar muito. Quanto antes à ponta parar de vibrar, melhor é a vara. 

De baitcasting – a função principal da vara é arremessar a isca a distância, em locais determinados. Também tem papel fundamental na briga com o peixe, depois de fisgado. Existem modelos para a pesca com molinete e com carretilha. A maior diferença está no tamanho e posição dos passadores. Para a pesca com molinetes, os passadores ficam embaixo da vara e os primeiros têm de ser maiores, já que a linha sai em espiral. Isso evita que o atrito entre a linha e os passadores diminuam o alcance do arremesso. As varas para carretilha geralmente possuem um “gatilho” para ajudar o pescador a segurá-la mais firmemente. Seus passadores ficam em cima da vara e são menores, pois o que gira é o carretel de carretilha, e não a linha. 
Geralmente as varas são feitas de vidro, fibra de carbono e ligas mistas. As de fibras de carbono são as mais leves e resistentes. O comprimento varia entre 4 pés e 7 pés e 6 polegadas, porem as mais comuns são as de 5’6”, 6’6” e 7’. Cada vara tem um intervalo com resistências de linha às quais ela pode suportar e o peso de isca mais indicado para o arremesso. É o que se chama de capacidade de casting. Essas informações estão escritas na haste da, também chamado de blank. 

De surf casting – a pesca de praia (surf casting) exige arremessos longos e, portanto, varas longas. Nem sempre o peixe está próximo à arrebentação. As varas mais indicadas têm comprimento normalmente superior a 3 m. a capacidade de casting não precisa ser necessariamente elevada. Tem de ser condizente com o peso do chumbo e da isca usados pelo pescador, a fim de atingir a área onde os peixes estão. O tamanho do chumbo e a capacidade de casting muitas vezes são escolhidos conforme a força da correnteza. A vara deve ser limpa cuidadosamente após a pesca de praia para tirar o sal e a areia. 

De pesca oceânica – Todo o equipamento para a pesca oceânica é bastante especifico: varas, carretilhas, iscas etc. As varas são muito resistentes (equipamento ultrapesado do tipo “stand up”), porque os peixes procurados nessa modalidade são grandes e brigões. O cabo dessas varas é mais grosso para ser apoiado no suporte da embarcação e muitas vezes dobrado, como se a vara estivesse torta. 

Fixas – também conhecidas como varas lisas, são inteiriças ou de encaixe, com comprimentos variados. São de fibra, de bambu ou de carbono, sem passadores ou encaixe para carretilha ou molinete. Sua classificação quanto à ação, resistência e tamanho é a mesma das varas convencionais. Geralmente são utilizadas na “pesca de espera”. É a velha e conhecida “vara caipira”, como a vara de bambu. 

Afilamento das varas – indica o ponto em que a vara começa a se vergar sob uma determinada força. Indica principalmente o tempo de recuperação da haste, o tempo que a ponta da vara necessita para retornar a posição inicial. Portanto, se a haste da vara se curvar cerca de ¼ do blank, a ponta demorará menos para voltar a posição natural. Será assim uma vara ultra-rápida. 
Ultra-rápida: curva-se somente na ponta (cerca de 1/4 de seu comprimento). 
Rápida: flexiona-se em 1/3 do comprimento. 
Média: curva-se aproximadamente metade de seu comprimento. 
Lenta: praticamente todo o seu comprimento se flexiona. 

12)Cabos de vara

Também chamados de grips, os cabos devem ser confortáveis, com um bom acabamento e material de qualidade. Afinal, o pescador pode segura-lo durante muitas horas em uma pescaria. Podem ser confeccionados de cortiça, EVA, madeira, alumínio e borracha, entre outros. Os mais recomendados são o de cortiça ou EVA, já que os de alumínio e madeira são pesados. Cada tipo de cabo foi desenvolvido para uma pescaria diferente. 
Alguns tipos básicos são: 

Pistola (pistol grip): desenvolvido para ser empunhado com uma mão, é confortável, indicado para a pesca com iscas artificiais e com carretilha. Não deve ser utilizado com peixes de grande porte ou brigões, já que não permite maior apoio, o que acaba cansando o pulso do pescador. Não possui um bom balanceamento. 

Reto (trigger): é um modelo muito funcional e atualmente é o mais produzido. Tem comprimento de 7 a 15 polegadas e pode ser usado em diversas situações, com molinete ou carretilha. 

Pitching: desenvolvido especialmente para o uso com molinete. Tem comprimento de 8 a 10 polegadas e pode ser empregado em quase todos os tipos de pesca. 

Steelhead: usado em vara comprida (mais de 7 pés) e arremessos longos, como na praia. O comprimento do cabo pode passar de 13 polegadas. É indicado para peixes grandes e brigas longas. 

Flipping: indicado para o uso com carretilha, seu comprimento varia de 9 a 11 polegadas para varas de mais de 6,5 pés. 

Musky: É um cabo para equipamentos pesados. O comprimento é normalmente superior a 10 polegadas, para varas de no mínimo 6,5 pés e para linhas com resistências superiores a 25 libras. É mais indicado para ser utilizado em carretilha. 

Ação: As varas também são classificadas de acordo com sua ação, isto é, quanto esforço elas suportam para retirar o peixe da água. É essencial respeitar a ação indicada nas varas, pois um peixe muito grande em um equipamento não adequado pode causar o rompimento da haste. 

Em relação às ações, as varas se dividem de acordo com as linhas:

- Ultraleves: até 6 libras. 
- Leves: até 14 libras. 
- Médias-leves: até 17 libras. 
- Médias: até 20 libras 
- Médias-pesadas: até 30 libras. 
- Pesadas: até 45 libras. 
- Ultrapesadas/extrapesadas: mais de 45 libras. 

Carretilhas de baitcasting e iscas naturais 
A carretilha pode ser encontrada em vários tamanhos e em modelos para diversos tipos de pescaria. 
No caso do baitcasting e da pesca com iscas artificiais, esse equipamento è muito valioso, pois dá maior precisão aos arremessos, um trabalho mais suave e contínuo da isca e maior força de tração na hora da briga com o peixe. 
Não são muito utilizadas pelos pescadores iniciantes, pois exigem uma dose de habilidade no arremesso a fim de evitar as “cabeleiras”.O que gira liberando a linha è um carretel apoiado sobre pequenos rolamentos, diferente do molinete, que possui carretel fixo e o que gira è a própria linha.O recolhimento da linha nas carretilhas è feito por uma manivela ligada a um conjunto de engrenagens que fazem o carretel girar.Esse sistema evita a torção da linha e prolonga sua vida ùtil. 

As carretilhas classificam-se em (suportam linhas):

- Leve: De 3 a 6 libras. 
- Média: De 8 a 20 libras. 
- Pesada: De 25 a 48 libras. 
- Extrapesada: Acima de 48 libras (pesca de fundo e oceânica). 

Para um arremesso preciso é necessário conhecer e regular sua carretilha:

- Botão de sintonia fina: está localizado atrás da manivela e funciona como um freio do carretel na hora do arremesso. Deve estar regulado em função do peso da isca. Quanto mais pesada à isca, mais travado deve estar o botão de sintonia. 
- Freio magnético ou centrifugo: fica no lado oposto ao da manivela e serve para controlar a velocidade da isca desde a sua saída até a água. É ele que deve ser controlado para evitar a cabeleira depois de efetuado o arremesso. 
- Fricção: localiza-se atrás da manivela, com formato de estrela, e evita que a linha arrebente. Alguns modelos de carretilha têm um recurso chamado flipping. Ele faz com que o carretel volte a posição fechada sem precisar girar a manivela. 

13)Carretilhas de fly

Muitas pessoas acreditam que a carretilha de fly não tem nenhuma influência no arremesso e que sua função é apenas armazenar a linha.Na pesca de fly, assim como em outras modalidades, alguns peixes podem tomar bastantes linhas e certas características podem fazer a diferença.

Deve se observar alguns fatores:

- Fricção, durabilidade, manutenção, capacidade de linha de arremesso mais backing e tipos de carretel, entre outros.

- Fricção: São 3 tipos básicos: Fricção a disco, fricção do tipo turbina e sem fricção.

As carretilhas com fricção a disco subdividem-se em fricção mecânica e fricção por disco de cortiça. A primeira é a mais comum, tem qualidade variável e exige constante manutenção e limpeza. A segunda opção é a mais utilizada para a pesca marítima e também é a mais cara.A fricção tipo turbina é muito popular. É macia e praticamente elimina o tranco inicial da saída de linha. 
Não é indicada para as pescas pesadas. Nas carretilhas sem fricção, o pescador aplica pressão no carretel com a palma da mão (rim control).São as mais simples e baratas, mas não funcionam bem com peixes que tomam muita linha. 
Linha mais backing – Para os peixes que tomam muita linha, a capacidade de backing ou linha extra è essencial. Isso aumenta o diâmetro do carretel e conseqüentemente a velocidade de recolhimento.

Tipos de carretel

– Há apenas dois tipos: o comum e o large arbor.

- O large arbor recolhe uma quantidade maior de linha a cada giro e tem uma velocidade maior de recolhimento. Pode ser útil em uma briga em que seja preciso recolher o peixe rapidamente. 
- Direct Drive ou Anti-Reverse – A maioria das carretilhas de fly são direct drive, isto é, a manivela gira junto com o carretel.Nas que anti-reverse isso não acontece. Esse tipo de carretilha é utilizado na pesca de peixes de grande porte, como os oceânicos, e pode evitar acidentes, já que a manivela estará girando muito rápida. 

14)Carretilha de pesca oceânica

A principal característica das carretilhas nessa modalidade de pesca é a grande capacidade de armazenar linha. Para os marlins, por exemplo, a carretilha tem que comportar pelo menos 500 metros de linha. Isso é muito importante, pois na pesca oceânica os peixes costumam ser de grande porte e exigem muita linha.O pescador não deve deixar o carretel muito freado, pois isso pode ocasionar uma tensão muito forte e a conseqüente quebra da linha. 
Quanto mais linha o pescador solta, mais fácil fica a captura.Normalmente o equipamento para pesca oceânica è ultrapesado, ou seja, suporta linhas acima de 48 libras.No entanto, há equipamentos mais leves que, para os pescadores mais experientes e peixes menores, podem garantir uma divertida briga. 

15)Ceva

Cevar ou fazer uma ceva é basicamente jogar alimentos na água para atrair os peixes. Pode ser feita durante a pescaria ou com dias e até semanas de antecedência.Existem muitos tipos de ceva, poré m as mais comuns são as de farelo de milho (grãos ou espiga), quirela. Mesmo assim, quase tudo pode ser utilizado como ceva: queijo, mandioca, tripas de galinha, ração etc. A escolha da ceva está ligada ao peixe que se quer pescar. 
No inverno, algumas espécies de peixe ficam menos ativas e a pescaria em lagos e represas torna-se mais difícil.Nessa situação, uma ceva pode ajudar bastante. Apesar de menos conhecidas, também è possível fazer cevas em pescaria de praia, costão ou em alto-mar. Nessas situações a ceva sò è feita no momento da pescaria. 
Normalmente è constituída de restos de peixes com bastante oleosidade, como sardinha, atum e bonito, armazenados dentro de um saco de ráfia. As cevas para pesca em represas, rios e lagos geralmente precisam ser feitas com vários dias de antecedência. 

16)Chicote

Também chamado de rabicho ou parangolé, è uma linha principal com dois ou mais engates em que se coloca as pernadas (anzóis atados a pedaço de linha de náilon), a chumbada, o snap e um girador (caso a pesca seja feita com molinetes).Podem ser feitos de náilon ou aço encapado.O tamanho do chicote varia de acordo com o peixe procurado e as condições do local de pesca. Há modelos com pernadas fixa ou ajustáveis. È usado na pesca com pequenas iscas artificiais (tipo sabiki) para a captura de pequenos peixes que depois serão usados como isca na pesca. 

17)Chumbo/chumbada

Tem a função de levar a isca com maior velocidade para o fundo e mante-la em um local determinado; além de conservar a linha esticada, o que ajuda o pescador a sentir as beliscadas do peixe.O chumbo também auxilia o pescador a fazer arremessos mais longos. 
Eles são vendidos em vários tamanhos, formatos e pesos. A escolha, como sempre, depende da pescaria a ser realizada. Os do tipo “oliva” são os mais comuns para a pescaria em rios, lagos e represas e, eventualmente, em algumas pescarias de alto-mar, mas os chumbos “gota”, “esférico”, “carambola”e “pirâmide” também são muito utilizados, principalmente na pesca de praias ou costões. 
Apesar do nome, as chumbadas não precisam ser necessariamente feitas de chumbo.Podem ser produzidas com materiais alternativos de alta densidade.Em alguns países, como nos Estados Unidos, o chumbo quase não tem sido mais usado por ser considerado poluente e nocivo a saúde. 

18)Colas/adesivos

São usadas para unir linhas, como na confecção de líderes, eliminando o uso de nós. São vendidas em kits com o nome de “cola líder” ou solda química. Existem também algumas versões de colagem rápida. Adesivos como Super Bonder e Araldite são usados para consertos do equipamento, como varas, iscas etc. 

19)Colete salva-vidas

O colete salva vidas é um acessório indispensável para qualquer tipo de pescaria embarcada. Por exigência da Marinha, qualquer embarcação deve possuir números de coletes suficientes para todos os que estão a bordo. 

20)Covo

É uma armadilha feita de cipó ou taquara trançada, com a forma de um cone para pegar iscas. Possui aberturas em forma de funil em um ou ambos os lados, para evitar que as iscas (camarão, lambari etc.) escapem. Não deve ser utilizada com outro fim, por ser considerada uma forma de pesca predatória e proibida aos pescadores amadores e esportivos pelo Ibama. 

21)Down Riggers

Apetrecho muito utilizado na pesca oceânica, tem a função de levar a (e a isca) até a profundidade onde estão os peixes. Um sonar indica o local onde está um determinado tipo de peixe e o down riggers, que possui um medidor de profundidade, coloca a isca na profundidade certa. 

22)Garatéias

São peças indispensáveis para o pescador com iscas artificiais. São conjuntos de três anzóis unidos em uma só haste. Sua resistência depende da liga metálica com que é produzida. Muitos pescadores costumam trocar as garatéias que acompanham as iscas artificiais por outras mais resistentes, principalmente se as iscas forem importadas e, portanto produzidas para peixes com características de boca de briga diferentes dos peixes brasileiros. Também podem ser utilizados com iscas naturais, principalmente na pesca de peixes como o espada e a cavala, com a boca estreita e comprida, difícil de ser fisgada com um só anzol. 
É indicado a amassar as farpas da garatéia com o alicate de bico fino, para facilitar a retirada da isca e evitar acidentes. Não tire as farpas em pesca de peixes que saltam muito, como o dourado e o tucunaré. 

23)Giradores/destorcedores

Sua função básica é evitar torção da linha de pesca. A torção da linha é ainda maior se o pescador estiver usando molinete, onde a linha é enrolada em torno de um carretel fixo. Outra utilidade do girador é unir a linha ao empate com segurança. Existem vários modelos e tamanhos que devem ser utilizados em função da pescaria a ser realizada. Quase todos são confeccionados de latão, mas há modelos de aço-carbono. Alguns modelos vêm acompanhados de snap. 

24)GPS

GPS é a sigla para “Global Positioning System”, isto é, Sistema de Posicionamento Global. É um receptor de sinais enviados por 24 satélites na órbita da Terra e basicamente pode indicar a localização do usuário com uma margem de erro de no máximo 100 metros. 
O GPS guarda em sua memória as coordenadas (latitude, longitude e altitude) de um determinado local (um ponto de pesca, por exemplo) inserida por uma pessoa. A partir daí ele indica a rota para chegar lá, diz se o barco esta fora do rumo informa a velocidade e o tempo restante para alcançar o destino, entre outras funções. Existem modelos fixos (instalados na embarcação) e portáteis. 


25)Iscas artificiais

As iscas artificiais são na verdade objetos feitos de madeira, metal, plástico, ou borracha que procuram reproduzir os alimentos aos quais os peixes estão acostumados em seu hábitat natural, ou de atrai-los por sua grande curiosidade por objetos que nada se parecem com seus alimentos, mas emitem brilhos, cores e sons que podem leva-los ao ataque. São divididas em três grupos: iscas de superfície, meia-água e fundo, que devem ser trabalhadas de maneiras diferentes. A pesca com iscas artificiais pode ser realizada no mar, em rios, represas, lagoas ou açudes e é altamente esportiva. 
Cada modalidade exige um grupo diferente de iscas artificiais. No baitcasting as iscas mais utilizadas são: Colheres: Iscas de metal em formato de concha (como uma colher mesmo). Eficientes para predadores, como os dourados. 

- Jigs: São anzóis com cabeça de chumbo, revestidos por apenas os pêlos. Muito boa para várias espécies de predadores. Existem modelos feitos somente de metal, chamados de metal jigs. 

- Plugs: Imitações de peixes. Funcionam para quase todos os peixes carnívoros piscívoros. 

- Spinners: Lâminas que giram em torno de um eixo causando vibração. Imitam pequenos peixes ou insetos. 

- Plugs de superfície: Jumping baits: Iscas que trabalham saltando na superfície, muito atrativas. 

- Poppers: Têm uma cavidade, chanfro, na parte frontal que emite um ruído na água (“pop”), daí seu nome. Imitam um peixe caçando. São produtivas na pesca de vários peixes de água doce e salgada. 

- Sticks: Ficam paradas verticalmente na água devido ao peso que possuem na parte traseira. Imitam peixes fugindo ou feridos. 

- Hélices: Iscas de superfícies com uma ou mais hélices nas extremidades. Fazem muito barulho na água atraindo predadores. 

- Plugs de meia-água: Têm uma barbela na posição anterior que faz a isca trabalhar abaixo da superfície em diferentes profundidades, conforme o comprimento e a largura. 

Fly – na pesca de fly as iscas são totalmente diferentes, a começar pelo nome: moscas (fly em inglês). No inicio as iscas de fly procuravam imitar pequenos insetos e eram feitas de penas e pêlos de animais. Hoje os materiais sintéticos são bastante utilizados, e apesar de serem geneticamente chamadas de moscas as iscas imitam também pequenos peixes, ovas, crustáceos e outros artrópodes. 
Podemos dividi-las em cinco grandes grupos: moscas secas (as que imitam insetos adultos e flutuam nas superfícies), moscas molhadas ou afogadas (que imitam insetos que afundaram na água), ninfas (insetos em sua forma imatura), streamers (reproduções de pequenos peixes que nadam sob a superfície) e poppers/bugs (pequenos peixes que nadam na superfície). Além dessas, há também iscas que imitam outros animais, como aranha e sapo. 

26)Iscas naturais

As iscas naturais têm uma variedade incrível e podem ser utilizadas para pescas de muitas espécies, tanto de água doce quanto salgada. Frente a essa diversidade, o segredo de um bom pescador é a escolha da isca certa e da melhor maneira de isca-la. Em alguns locais, principalmente em pesque-e-pagues, é possível comprar iscas. Já em outros é necessário reservar um tempo para capturá-las. Algumas como o camarão (para água salgada) e a minhoca (para água doce), são universais, isto é, servem para qualquer tipo de peixe. Outras são especificas, como o capim, bom para tilápias e carpas.

Alguns exemplos: 

- Água doce: coração de boi, cupim, fígado, frutas frescas, isca branca (peixe de escama), lesmas/caramujos, milho verde, minhoca, minhocuçu, pitu, sarapó/tuvira e tanajura. 

- Água salgada: camarão, baratinha-do-mar, caranguejo, corrupto, lula, saquaritá, sardinha, siri, tainha/cavalinha/manjuba e Tatuí. 

27)Iscas processadas

As iscas processadas são muitas vezes chamadas de iscas naturais. A diferença é que elas não estão disponíveis prontas na natureza. São industrializadas. 
A mais conhecida é a massa de pesca, amplamente utilizada nos pesque-e-pagues. Há inúmeras receitas de massa, quase todas feitas com farinha, corante e outros ingredientes para atribuir cheiro e sabor. As receitas variam de acordo com o peixe a ser pescado. Nas lojas de produtos para o pescador também há muitas massas prontas. Outras iscas processadas são miolo de pão, mortadela, salsicha, queijos, ração, macarrão etc. 

28)Linhas de náilon

São divididas em monofilamento, compostas por um único fio e as mais comuns, e multifilamento, feitas de agrupamentos traçados ou fundidos, com maior resistência.O diâmetro (bitola, grossura ou espessura) é geralmente medido em milímetros.Quanto maior o diâmetro, maior a resistência. Existem linhas superfortes e bem finas. A resistência ao rompimento é geralmente expressa em libras e quilos. Vale lembrar que na água o peso do peixe é menor do que na balança. 
Outra questão a ser pensada é o tipo de situação a ser enfrentada. Em uma pescaria em que o peixe toma muita linha na hora da briga, uma linha grossa não é indicada, pois irá ocupar muito espaço no carretel. Já no caso da pesca em lugar com muitas galhadas ou pedras, uma linha muito fina irá romper-se facilmente. Como sempre, o bom senso é a chave. 
Em relação às cores, as linhas podem ser transparentes ou coloridas. De uma maneira geral, aqueles que pescam com iscas naturais preferem as linhas transparentes, pois estas são menos visíveis e as chances de o peixe perceber a armadilha e fugir são menores. Já os praticantes da pesca com iscas artificiais costumam preferir as linhas coloridas. Isso acontece porque essa modalidade exige arremessos precisos e é muito importante ver onde a linha está indo, onde ela caiu e onde está sendo trabalhada. Nesse caso a visibilidade da linha é uma vantagem. 

Linhas de fly 
Na pesca de fly, as iscas não têm peso e, portanto, é o peso da linha que carrega a isca. Assim, a escolha da linha certa é a chave para uma pescaria de sucesso. 
A maioria das linhas é revestida de PVC, o que dá uma cobertura lisa e resistente. Podem ser de várias cores: transparente, amarelo, laranja etc. È muito importante manter as linhas sempre limpas, pois linhas “grudentas” atrapalham, e muito, uma pescaria. 
As linhas de fly são compostas de duas seções. A primeira seção é chamada de linha de arremesso, com cerca de 30 m, atada à linha de backing, e tem comprimento variável de acordo com a necessidade. As vezes a linha de backing é necessária só para dar volume ao carretel, sendo pouco usada como, por exemplo, na pesca do tucunaré. Para peixes de mar, como douradões, cavalas, atuns e bonitos, é preciso de 200 m de backing, pois os peixes tomam muita linha, com resistência entre 20 e 120 libras. 

Em relação aos perfis (tapers), as linhas de arremesso podem ser:

- WF (Weight Forward): O peso está concentrado na parte dianteira da linha. É a mais utilizada, pois facilita o arremesso. 
- DT (Double Taper): O peso é distribuído em toda a linha. Usada para iscas delicadas, é indicada para a pesca de salmão. 
L(Level): Linha com diâmetro e peso uniformes em toda a extensão. Quase não é mais usada. 
- ST (Shooting Taper): Linha mais curta, com cerca de 9 m, necessita de uma outra linha chamada de runing line entre ela e o backing. Indicada para arremessos longos ou para colocar a isca em uma profundidade maior. Não oferece precisão nos arremessos e, portanto, é desaconselhada para iniciantes. 
- TT (Triangle-Taper): É a mais recente das linhas de fly. Tem formato triangular e é feita para que a linha mais pesada libere a linha mais leve, permitindo uma transferência de energia mais eficiente. Funciona quase como uma Shooting-Taper. 

Há subdivisão dentro dessas categorias citadas, mas isso requer um alto nível de especificidade. Quanto à densidade, as linhas de fly se dividem em:

- F(Floating): Flutua em toda a sua extensão. 
- S(Sinking): Afunda em toda a sua extensão. 
- Sinking tip: Só a extremidade anterior afunda. 
- F/S(Floating/Sinking): A parte frontal da linha flutua e o restante não.

Por fim, para entender as linhas de fly é preciso entender a sua nomenclatura. As linhas são classificadas de acordo com o peso em gramas dos primeiros 30 pés. 
Elas são numeradas de 1 a 15. Portanto, uma linha WF 5 F é uma linha weight forward número 5 floating. 

29)Molinetes

Assim como as carretilhas, os molinetes servem para armazenar, arremessar e recolher a linha de pesca. Sua característica mais marcante é a bobina do carretel que é fixa, o que evita as temidas “cabeleiras” e o torna muito popular e de simples manuseio. O poder de tração e a precisão dos arremessos com molinete são menores. 
Os molinetes podem ter carretéis diferentes. Os mais comuns são os cilíndricos e os cônicos. O atrito da linha com a borda do carretel é menor no modelo cônico, o que permite arremessos mais longos (muito utilizado na pesca de praia). 

Os molinetes são divididos em categorias quanto a potência da linha, isto é quanto peso pode suportar:

- Ultraleve: de 3 a 5 libras. 
- Leve: de 5 a 12 libras. 
- Médio: de 12 a 20 libras. 
- Pesado: acima de 20 libras. 
- Extrapesado: acima de 25 libras. 
O sistema de fricção dos molinetes pode ser frontal no carretel ou traseiro. O primeiro é o mais comum, utilizado em quase todos os modelos. A fricção está localizada no eixo do carretel e a manutenção é simples.Já a fricção traseira tem uma manutenção um pouco mais difícil. 

30)Motor de popa

São os mais utilizados nas embarcações de pesca e tem a função de propulsão, isto é, de movimentar o barco para frente. Um motor de popa pode ser usado em barcos de até 25 pés, mas para obter mais velocidade é comum utilizar dois motores. Algumas embarcações levam também um motor de reserva por segurança. 
Como o próprio nome já diz, são colocados na popa (parte de trás) do barco. Existem modelos de dois e quatro tempos (2T e 4T). Os de dois tempos são mais comuns e também mais práticos, além de terem um preço mais baixo.Os de quatro tempos, lançados há pouco tempo no mercado de pesca, tem a vantagem de ser menos poluentes (utilizam apenas gasolina e não uma mistura com óleo). No entanto, são pesados e bastante caros. 

31)Motor elétrico

A principal função dos motores elétricos é a de aproximação e controle do barco no local de pesca, mais ou menos como um remo elétrico. É bem mais silencioso do que um motor de popa e não espanta os peixes. É praticamente indispensável na pesca com iscas artificiais (para chegar até um determinado local e fazer arremessos mais precisos), mas é utilizado em alguns outros tipos de pesca embarcada. Normalmente é colocado na proa (parte da frente) ou na bochecha da embarcação. Funciona como se estivesse “puxando” o barco. 
A potencia do motor é proporcional ao tamanho da embarcação e à forca da correnteza. Para barcos pequenos e pouca correnteza, os motores elétricos tem até 40 IB de potência. Barcos maiores e águas rápidas exigem potencia até 74 IB. 
São alimentos por baterias do tipo “deep cicle”, projetadas para liberar carga continuamente, por períodos prolongados, e para serem recarregadas inúmeras vezes, sem que isso comprometa sua vida útil. Há quem use baterias comuns, como as de carro, que não se adequar muito bem a esse uso e tem vida útil menor, apesar de serem mais baratas. 
O consumo de um motor elétrico, para percorrer uma mesma distância, varia muito de acordo com o local onde se está pescando. Águas calmas exigem menos potência do que um rio de corredeiras, por exemplo.Recomenda-se levar uma bateria extra na embarcação. 

32)Nós de pesca

Todo pescador precisa saber pelo menos um tipo de nó para amarrar a linha ao anzol, prender um girador, unir duas pontas de linhas ou fazer um chicote. 
Existem muitos tipos, indicados para diversas situações.Mas os nós “de sangue” e “único” podem suprir praticamente qualquer necessidade, além de serem simples e rápidos. 
Nó único-é muito simples e tem um excelente resultado.É indicado para atar extremidades e pode amarrar a linha a anzóis, snaps ou girador.Serve para atar linhas de mesmo diâmetro ou diâmetros diferentes e pode ser usado para linhas bem grossas.É um excelente nó de terminal que aperta quando mais é exigido. 
Nó de sangue-geralmente usado para emendar linhas com diâmetro igual ou semelhante, além de ser um excelente nó de terminal para prender os anzóis, snaps, giradores, iscas artificiais etc. É fácil de fazer e conservar bem a resistência da linha. 

33)Out riggers

Utilizado apenas na pesca oceânica.São hastes que permite que várias varas sejam colocadas em toda a extensão da popa do barco, projetando as linhas para a lateral da embarcação pelo seu través, evitando que se cruzem. 

34)Óculos

Além de proteger os olhos dos raios solares, os óculos escuros, polarizados ou não, evitam acidentes com anzol, garatéia ou iscas artificiais.Opte sempre por lentes acrílicas.As de vidro causam acidentes gravíssimos. 
As lentes de óculos polarizados funcionam como filtro para os reflexos da água e propiciam melhora sensível além da superfície da água, o que facilita a visualização dos peixes se deslocando ou atacando a isca e o tipo de estrutura do fundo. É um acessório valioso, porém não essencial. 

35)Passadores

São fixados na haste da vara e conduzem a linha. Servem para transmitir a força da linha para a vara de pesca, assim como liberar o calor gerado pelo atrito. Podem ser confeccionados de porcelana, cilicon carbide, óxidos de alumina ou titânio.O material dos passadores é um fator muito importante, já que eles estão em atrito constante com a linha.Quanto mais liso e duro for o revestimento, menor é o atrito e melhor a saída da linha. Você deve trocá-los se estiverem quebrados ou rachados, ou ainda para adaptar sua vara para uma condição especifica de pesca. 

36)Pinças

Assim como os alicates de bico são apetrechos utilizados para remover o anzol da boca do peixe. Muitas das espécies, principalmente na pesca de praia, costumam engolir o anzol. Também utilizadas para tirar as moscas da boca dos peixes na pesca de fly. 

37)Snaps/grampos

Confeccionados em aço, são muito úteis na hora de trocar as iscas artificiais sem a necessidade de cortar a linha e fazer um novo nó.Existem snaps de vários tamanhos e resistência que devem ser adaptados ao tipo de peixe e porte médio dos exemplares. 

38)Sonar

É utilizado para identificar o local onde está o cardume e em que profundidade. Por essa razão, também é chamado de “fishfinder” (algo como localizador de peixes, em inglês). sonar também indica o tipo do relevo, fundo e a temperatura da água em um determinado lugar, dados determinantes para a escolha de um pesqueiro. Essas informações são muito importantes, pois dão pistas do equipamento a ser utilizado e principalmente das melhores iscas, além de indicar que tipos de peixes podem ser capturados naquela estrutura, de acordo com o seu hábito (se vive sobre fundos de pedra, areia ou cascalhos etc.). Para o pescador de iscas artificiais, saber em que profundidade está o peixe ajuda-o a escolher entre uma isca de superfície, de meia-água ou de fundo. 
É um equipamento importante também para a segurança de quem está navegando, pois indica obstáculos submersos, como pedras, galhadas etc. 

39)Spin cast

É um equipamento parecido com um molinete, mas o carretel é fechado por uma tampa com um furo no centro por onde sai a linha. No entanto, fica em cima da vara (como uma carretilha) e deve ser usado com varas para carretilhas. Faz lançamentos suaves, sem o risco de formação de “cabeleiras”, por isso é bastante utilizado por iniciantes e crianças. Não é indicado para pescarias pesadas, pois para comportar uma quantidade ideal de linha, ela não pode ser muito grossa. 

40)Suporte/apoio para vara


Conhecido também pelo apelido de “salva-saco”, é usado pelos pescadores para a pesca pesada, tanto no mar como na água doce. O pescador apóia a vara no cinto em vez de apóia-la na virilha ou no abdômen e correr o risco de se machucar. 

41)Vestuário

A peça mais conhecida é o colete de pesca. Em seus bolsos e suas presilhas é possível transportar a tralha básica, como isca extra, carretel de linha de líder, balança pequenas, snaps e alicate de bico, entre outros.Para a pesca de fly esse item é ainda mais importante, já que o pescador tem de entrar na água, quando fica difícil se locomover com a caixa de pesca. Um tecido muito utilizado é o náilon (com ou sem forro), pois tem uma secagem bastante rápida. As calcas têm também um zíper na altura do joelho que a transforma rapidamente em bermuda. Os mais apaixonados colocam em suas camisas bordadas (patches) e bottoms de seus peixes preferidos ou da associação à qual pertencem. 
Para os “flyeirosas roupas têm mais destaque. Como os rios e lagos onde geralmente se prática essa modalidade de pesca são muitos frios e os pescadores devem entrar na água, trajes (chamados de wader, uma espécie de jardineira) feitos de neoprene garantem que o praticante mantenha-se aquecido. Não são peças baratas e podem ser encontradas em lojas de esporte e pesca”. 
É preciso atenção no tipo de pesca pretendida. Para a embarcada, roupas pesadas podem atrapalhar em caso de queda na água, pois encharcam e ficam muitas pesadas. Onde haja muitos insetos, mangas e calcas compridas são essenciais. Para dias quentes, roupas leves e claras ajudam muito. 


Texto escrito por: ClickPesca

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